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Os dragoeiros da Tapada das Necessidades

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O DRAGOEIRO é uma árvore originária da Macaronésia. Por Macaronésia entende-se a localização geográfica compreendida pelos arquipélagos atlânticos da Canárias, Madeira e Açores, Cabo Verde e um pequeno enclave marroquino na costa africana, fronteiro às Canárias. Constitui uma região biogeográfica com características geológicas, animais e sobretudo vegetais muito específicas. Embora se encontre, como árvore ornamental, em numerosos jardins nestes arquipélagos e no continente europeu, é uma espécie considerada vulnerável e já rara no estado selvagem devido à destruição do seu habitat natural. Nas Canárias o dragoeiro era considerado uma árvore sagrada pelos povos guanches. É célebre o dragoeiro de Icod de los Viños. O DRAGOEIRO pode viver muitos anos e atingir grandes dimensões. O exemplar mais antigo existente será provavelmente o existente na vila de La Orotava, no vale Orotava em Tenerife, com uma idade estimada em 650 anos. Deve o nome à cor da sua seiva que depois de oxidada po...

A TAPADA das NECESSIDADES e a História......

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Tapada das Necessidades Natureza | Espaços Verdes Em 1607 foi construído neste espaço a Ermida de Nossa Senhora da Saúde, no Alto de Alcântara, onde mais tarde se instalou a Irmandade dos Marítimos para a Índia, e onde as pessoas iam desabafar sobre as suas aflições, razão pela qual ganhou a designação de Ermida da Senhora das Necessidades. Em 1742, D. João V manda construir um convento e um palácio para sua residência, adquirindo terras agrícolas com o objectivo de aí instalar a cerca do convento e os jardins do palácio, que no reinado de D. Maria II adquiriu o estatuto de residência oficial da Rainha. Em 1843, D. Fernando II, marido da Rainha D. Maria II, encarregou o jardineiro Bonard de redesenhar os jardins, transformando-o num jardim romântico inglês, pleno de várias espécies exóticas vindas de todo o mundo. D. Pedro V, em 1844, manda construir a estufa circular para a sua esposa D. Estefânia. Com D. Carlos, a tapada é equipada com um campo de ténis e enriquecido com nova...
"O patinho feio", "O soldadinho de chumbo" e "A pequena sereia" são histórias conhecidas por quase todos os que são ou foram crianças. O seu autor, o escritor dinamarquês, Hans Christian Andersen nasceu a 2 de Abril de 1805. O impacto de Andersen, que morreu a 4 de Agosto de 1865, na literatura infantil foi tal que 2 de Abril foi consagrado Dia Internacional do Livro Infantil. A International Board on Books for Young People atribui a Medalha Hans Christian Andersen aos maiores nomes da literatura infanto-juvenil. Filho de um sapateiro, passou a infância num meio humilde, o que lhe permitiu conhecer a desigualdade social, realidade que transpôs para muitas das suas histórias. Hans Christian Andersen era filho de um sapateiro e sua família morava num único quarto. Apesar das dificuldades, ele aprendeu a ler desde muito cedo e adorava ouvir histórias.

Ruy Belo..

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A morte da água Um dos passeios que mais gosto de dar é ir a Esposende ver desaguar o Cávado. Existe lá um bar apropriado para isso. Um rio é a infância da água. As margens, o leito, tudo a protege. Na foz é que há a aventura do mar largo. Acabou-se qualquer possível árvore geneológica, visível no anel do dedo. Acabou-se mesmo qualquer passado. É o convívio com a distância, com o incomensurável. É o anonimato. E a todo o momento há água que se lança nessa aventura. Adeus margens verdejantes, adeus pontes, adeus peixes conhecidos. Agora é o mar salgado, a aventura sem retorno, nem mesmo na maré cheia. E é em esposende que eu gosto de assistir, durante horas, a troco de uma imperial, à morte de um rio que envelheceu a romper pedras e plantas, que lutou, que torneou obstáculos. Impossível voltar atrás. Agora é a morte. Ou a vida. Ruy Belo

Amo as árvores e amo este poema de Ruy Belo....

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Os pássaros nascem na ponta das árvores As árvores que eu vejo em vez de fruto dão pássaros Os pássaros são o fruto mais vivo das árvores Os pássaros começam onde as árvores acabam Os pássaros fazem cantar as árvores Ao chegar aos pássaros as árvores engrossam movimentam-se deixam o reino vegetal para passar a pertencer ao reino animal Como pássaros poisam as folhas na terra quando o outono desce veladamente sobre os campos Gostaria de dizer que os pássaros emanam das árvores mas deixo essa forma de dizer ao romancista é complicada e não se dá bem na poesia não foi ainda isolada da filosofia Eu amo as árvores principalmente as que dão pássaros Quem é que lá os pendura nos ramos? De quem é a mão a inúmera mão? Eu passo e muda-se-me o coração . Ruy Belo

INTERREGNO.......

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Da vida... não fales nela, quando o ritmo pressentes. Não fales nela que a mentes. Se os teus olhos se demoram em coisas que nada são, se os pensamentos se enfloram em torno delas e não em torno de não saber da vida... Não fales nela. Quanto saibas de viver nesse olhar se te congela. E só a dança é que dança, quando o ritmo pressentes. Se, firme, o ritmo avança, é dócil a vida, e mansa... Não fales nela, que a mentes. Jorge de Sena, in 'Pedra Filosofal' As viagens voltarão.... Agora preciso fazer outras pequenas viagens......

Até sempre minha querida

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Depois de tantos anos de sofrimento, deixou-nos. Amava-a profundamente.Mais um anjo.